Sobre 2008
A minha memória não funciona muito bem sem estímulos, então tenho que ficar olhando as pastas de fotos do ano pra me lembrar de acontecimentos marcantes. Vamos lá…
Comecei o ano na Praia Grande, com uma saudade imensa de casa. Em janeiro a Jeniffer estava aqui por São Paulo e isso rendeu alguns momentos muito legais ao lado dela e da Aninha. Em fevereiro veio a faculdade, e na época eu ainda trabalhava em casa. Em abril teve show do Ozzy (Acho que o único show grande a que assisti esse ano) e consegui o emprego de estagiária na Tesla.
Tesla + Faculdade = Dois maravilhosos novos círculos sociais, e nenhum tempo pra desfrutar direito de nenhum deles.
Em maio eu fiz meu piercing no nariz e cortei um pouco o cabelo. Em julho me irritei com o cabelo e passei máquina 2, como tinha feito no ano passado; também fui pra Santos com o pessoal do trabalho. Meu aniversário, em agosto, foi num restaurante japonês ao lado da minha família.
No segundo semestre as reuniões na “Bolha”, nosso querido refúgio guarulhense, se tornaram constantes. E esse lugar, com as pessoas que se reuniram ali, é responsável por grande parte dos momentos bons do ano.
Em outubro fui com os amigos da faculdade passar um dia gostoso em Vinhedo, pra conhecer o ateliê da mãe da Márcia. E também teve a festa de halloween na Bolha. No fim do ano veio a pressão com o TCC do Toni e a barra de suportar a ausência dele, mesmo sabendo que seria um período curto. Mas eu aguentei, e passou.
O segundo semestre na faculdade foi péssimo, acho que por isso mesmo nem consigo me lembrar de muita clareza da minha vida acadêmica nesse períoso. Só sei que doeu, me estressou e foi sofrido, ao mesmo tempo que foi totalmente empurrado com a barriga…
Daí em diante, acho que só esperei o ano acabar. E acabou maravilhosamente bem, numa viagem pra Ilha Comprida ao lado do Toni e de ótimos amigos, muita cerveja e coca-cola com gin, e com direito a passar a virada vendo os fogos da areia da praia. Coisa que eu sempre achei meio estúpida, mas putaqueopariu, como é lindo! Paguei minha língua.
Agora estou aqui, debaixo do ar condicionado do trabalho, tomando um café e escrevendo, enquanto não me passam algum trabalho pra fazer. É bom, no fim das contas eu sinto falta dessa vida.
Feliz 2009!
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